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Alimentem os nossos peixinhos, com a vossa participação.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

 Qual a alimentação dos peixes da Aquacultura....






A alimentação dos peixes de Aquacultura, vêm de uma espécies de peixes pelágicos que são os mais utilizados para o fornecimento de óleo de peixe e farinha de peixe; em geral, estes são impróprios para consumo humano porque são pequenos e não seria economicamente viávelpara às necessidades dos consumidores. Eles são capturados ao largo das costas Peru e Chile e na Do Atlântico Norte,  Mar do Norte e Mar Báltico. Recentemente estas espécies m surgido como objectos de  pesca.  Embora o relatório da FAO o Estado de Mundopesca e da aquicultura (2002) conclui que apenas 18% das unidades populacionais ou grupos de espécies são relatadas como explorados. As espécies classificadas como excesso de pesca costumam ser de longa duração e de crescimento lento, os peixes que são menos capazes de suportar taxas de exploração mais elevado do que o crescimento rápido, curta duração são espécies predominantemente utilizado para o óleo de peixe e farinha de peixe.
Dados recentes da IMARPE, Governo peruano a unidade de investigação responsável pelas populações de peixes, confirma que o recurso de anchova (usado na farinha de peixe e óleo de peixe de produção) é a condição biológica de estatísticas sobre as capturas actuais.
A pesca em todo o mundo é cerca de 95 milhões de toneladas por ano, dos quais, aproximadamente um terço é utilizado para farinha de peixe e óleo de peixe. Isto é complementado pelas guarnições da transformação de peixes selvagens capturados para consumo humano.  A proporção do total das capturas utilizada, para o farelo e óleo de peixe não mudou durante a expansão da aquicultura comercial.  Uma das razões para isso, é porque o nível de farinha de peixe na alimentação dos peixes, foi reduzida para uma melhor dieta.
A produção total de farinha de peixe é de cerca de 6,5 milhões de toneladas por ano, dos quais a aquicultura consome 2 milhões de toneladas (31%).  Total da produção de "petróleo" peixes está entre 1 e 1,2 milhão de toneladas e a aquicultura utiliza 40% deste valores Caso a expansão da aquicultura venha aumentar a procura por farelo e óleo de peixe, é muito provável que este será atingido através de um deslocamento dos mercados.
Actualmente, os restantes dois terços da farinha de peixe produzidos são utilizados na alimentação dos animais terrestres. Um aumento nas quantidades de farinha de peixe utilizada na alimentação dos peixes é muito provável vir através de uma redução do montante utilizado para suínos e aves, ao invés de um aumento na captura de peixe ou a pesca pelágica ou um aumento na proporção do total de capturas utilizados para estes produtos.

Provavelmente o peixe que come não vem do mar...


Para alimentar um quilo de salmão em regime de aquacultura são necessários cinco quilos de peixe. Em pequena escala, o número pode não ser assustador. Mas a pressão aumenta se considerarmos a previsão dos investigadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, de que, até ao fim do ano, a aquacultura assegurará metade do consumo de peixe a nível mundial. "Para maximizar o crescimento e melhorar o sabor dos produtos, as produções de aquacultura utilizam grandes quantidades de carne e óleo de peixes de espécies selvagens com baixo valor de mercado, incluindo a sardinha", explica Rosamond L. Naylor, líder do grupo de investigação da Universidade de Stanford, em comunicado.
No estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)", os cientistas mostram--se alarmados com as previsões. No início deste ano, 44% do consumo mundial era já assegurado pela produção de peixe em viveiros, mas a tendência aponta para um aumento que alcançará os 50% antes de 2010. "A expansão da aquacultura responde a um grande crescimento da procura", explica Naylor.
A situação é preocupante, dizem os investigadores, tendo em conta o aumento das necessidades dos viveiros no que diz respeito a recursos para assegurarem a produção. Segundo os cientistas, os números constituem uma forte ameaça à vida marinha, pela enorme exigência de captura de espécies que sirvam de alimento à produção. Em 2006, a produção total em viveiros superou os 50 milhões de toneladas, o que implica a captura de 20 milhões de toneladas de espécies selvagens para alimentar as nascidas e produzidas em aquacultura. A equipa de Stanford diz que há uma necessidade urgente de tornar a produção mais sustentável, mas rejeita o cenário de uma "missão impossível".
A equipa de Rosamond L. Naylor estudou de perto a produção de salmão, uma das espécies mais procuradas por se tratar de um peixe rico em ómega 3, elemento considerado essencial numa alimentação saudável. Os investigadores concluíram que uma redução de 4% na gordura animal utilizada para produção do salmão, por exemplo, baixa 22% a quantidade de matéria-prima necessária. Esta é uma das medidas propostas pelos investigadores em face da pressão sobre os recursos piscícolas utilizados nas dietas dos viveiros, que aumentou em alguns casos mais de 80%, sobretudo na procura de gordura animal.
Em Portugal, apesar de existirem empresas de aquacultura, a maioria das produções são pequenas. Nos consumidores também existe algum preconceito. "Penso que é por desconhecimento", reconhece Pedro Marques, biólogo marinho ligado ao sector, ao i. "As pessoas continuam a falar de 'peixes de aviário'. Mas um peixe de aquacultura demora dois anos até estar no mercado. Um frango precisa apenas de um mês. A aquacultura não é uma alternativa, é uma evolução", sublinha, e acrescenta vantagens. "Tem um sistema de produção mais controlado, que permite obter as mesmas fontes proteicas de uma forma relativamente simples", explica o biólogo.
Além da segurança, tem a vantagem de poder proteger os habitats selvagens dos efeitos da poluição. Nos Estados Unidos, uma análise recente concluiu que o peixe apanhado em 291 leitos de rios nacionais tem vestígios de mercúrio acima dos valores recomendados. Estes sinais do metal, provocados em 40% pela poluição industrial, podem ser tóxicos para o organismo. Nos oceanos, prevê-se que os níveis de mercúrio aumentem 50% até 2050.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

QUAIS OS OBJECTIVOS DA AQUACULTURA?


O grande objectivo da Aquacultura é o fornecimento, para mercados e outras unidades comerciais, de peixe fresco e de qualidade durante todo o ano, respeitando a Natureza, valorizando os valores ambientais, promovendo a equidade de recursos face às gerações vindouras e procurando criar um ordenamento territorial do litoral que permita um desenvolvimento sustentável.
As grandes vantagens deste tipo de produção é que:
  • Parasitas, predadores (caranguejos, aves, etc.), competidores de alimento e poluentes são controlados pela utilização de um sistema sustentável; 
  • Existe um rígido controlo sanitário, bem como um reforço do controlo da presença de resíduos nos produtos da Aquacultura; 
  • Permite planear o calendário do processo, do pré e pós-colheita; 
  • As espécies são sujeitas a dietas alimentares específicas baseadas, numa primeira fase, em zooplâncton e, numa segunda fase, num granulado de farinha, feito à base de peixes e vegetais (alimentos inertes); 
  • Existe um esforço de utilização da tecnologia, tanto do ponto de vista biológico como do ponto de vista da produção, da forma mais eficiente e com o mínimo impacto sobre o meio; 
  • Está sujeita a elevado controlo por parte de autoridades governamentais e outras entidades certificadas de regulação; 
  • Permite a criação de espécies de maior qualidade comparativamente às criadas nos seus meios naturais, com os seus habitats intensamente poluídos. 
Actualmente a aquacultura representa 33% da produção total comunitária de pescado. As cinco principais espécies aquícolas produzidas no nosso País são a amêijoa, a dourada, a truta, o robalo e o mexilhão. Quanto à quantidade produzida, os crustáceos são os menos produzidos, seguidos de plantas aquáticas e moluscos.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A AQUACULTURA...

É como um conjunto de actividades que dizem respeito à cultura de animais e plantas aquáticos, caracterizando-se pela intervenção do Homem no ciclo biológico das espécies produzidas. Esta actividade é uma alternativa viável à pesca tradicional intensiva, que visa a preservação dos ecossistemas marinhos.
   A tendência crescente verificada na aquacultura em todo o mundo, e em Portugal em particular, deve-se, sobretudo, às necessidades de obtenção de proteína de origem animal perante o crescimento da população humana, como forma de complemento às capturas provenientes da pesca tradicional, a qual, perante um estado de sobre exploração dos recursos, deixou de satisfazer as necessidades humanas em matéria de produtos do mar, mais propriamente, peixe. Além disso, o declínio das capturas comerciais provenientes da pesca tradicional fez aumentar o custo dos produtos do mar, tendência que não deixará de ser crescente face às restrições impostas pela redução dos efectivos disponíveis.
O QUE É A AQUACULTURA?


     Aquacultura ou aquicultura é a produção de organismos aquáticos, como a criação de peixes, moluscos, crustáceos, anfíbios e o cultivo de plantas aquáticas para uso do homem. A maricultura refere-se especificamente a aquicultura marinha, enquanto a piscicultura refere-se ao cultivo de peixes principalmente de água doce. Já a carcinicultura é a criação de camarões.